loja schroder 177 da MRGLMERGS
Loja Schroder 177 da MRGLMERGS

terça-feira, 16 de maio de 2017

Londres

Maçonaria Especulativa Simbólica Universal
postado por: dlsotolepe
Em 24 de junho de 1717 na Inglaterra é que tem origem a Maçonaria atual, e a partir dessa data a Maçonaria começou a ser denominada de "Maçonaria Especulativa". 

Corresponde à segunda fase, que utiliza os moldes de organização dos maçons operativos juntamente com ingredientes fundamentais como o pensamento iluminista, posterior ruptura da Igreja Romana com ela e a reconstrução física da cidade de Londres, berço da maçonaria regular.

Com o passar do tempo as construções tornavam-se mais raras.
feudalismo declinou dando lugar ao mercantilismo, com consequente enfraquecimento da igreja romana, havendo uma ruptura da unidade cristã advinda da reforma protestante.
Superada a tragédia da peste negra que dizimou a população europeia, teve início o Iluminismo no século XVIII, que defendia e tinha como princípio a razão, ou seja, o modo de pensar, de ter "luz".
Inglaterra surge como o berço da Maçonaria Especulativa regular durante a reconstrução da cidade após um incêndio de grandes proporções em sua capital Londres em setembro de 1666 que contou com muitos pedreiros para reconstruir a cidade nos moldes medievais.
Para se manter, foram aceitas outras classes de artífices e essas pessoas formaram paulatinamente agremiações que mantinham os costumes dos pedreiros nas suas reuniões, o que diz respeito ao reconhecimento dos seus membros por intermédio dos sinais característicos da agremiação.
Essas associações sobreviveram ao tempo. Os segredos das construções não eram mais guardados a sete chaves, eram estudados publicamente.Todavia o método de associação era interessante, o método de reconhecimento da maçonaria operativa era muito útil para o modelo que surgiu posteriormente.
Em vez de erguer edifícios físicos, catedrais ou estradas, o objetivo era outro: erguer o "edifício social ideal".

sábado, 13 de maio de 2017

Filósofos

História da filosofia antiga – Filósofos e contexto histórico
Postado por : dlsotolepe

Tales de Mileto
Conheça a história da filosofia antiga, que iniciou na Grécia, com filósofos como Tales de Mileto e Pitágoras. Saiba como era o contexto histórico e mais...
Chamamos de Filosofia antiga o período que data  desde a sua criação, no século VI a.C. até a queda do Império Romano, quando os pensadores gregos começaram a se fazer inúmeras perguntas sobre a racionalidade humana, e tentaram encontrar explicações para absorver o entendimento de sua própria natureza.

História do início da filosofia antiga
Costuma-se atribuir a Pitágoras de Samos, filósofo grego que viveu no século VI a.C, a criação do termo Filosofia. Para os gregos a Filosofia tinha um significado muito profundo, era uma constante busca pela sabedoria, era o amor por esta tal sabedoria. O saber era algo mágico, um dom, se assim podemos dizer, um privilégio que apenas os deuses possuíam, e cabia aos humanos tentar encontrá-la, entendê-la, e assim, compartilhá-la, mesmo que fosse necessário entender que por mais que se procure a sabedoria, ninguém jamais a terá. Ela é uma busca constante, quanto mais se procura, mais se tem a procurar. A princípio ela tinha um conceito religioso, pois sempre que se falava em Filosofia se citavam os deuses e seres míticos, porem, mesmo com a mudança de raciocínio muito tempo depois, o significado geral continuou sendo o mesmo, pois independente da área que ela seja empregada, seu conceito é único, a busca pela sabedoria.
O primeiro filósofo foi o grego Tales de Mileto, que se viu com uma enorme necessidade de entender o mundo, não apenas como todos diziam entender, mas de uma força mais profunda, com argumentos concretos, reais.
Quando a Filosofia antiga diz que seu objetivo é compreender toda a racionalidade humana, o que ela está realmente tentando nos explicar é que seu objetivo de estudo não aceita simples explicações míticas, sem uma origem clara ou fundamentada. Não é aceitável dizer que está chovendo apenas porque uma nuvem carregada, enviada por um deus, parou sobre um local. Os filósofos queriam mais do que essa teoria, eles desejavam a compreensão por inteiro de tal ato, o porquê desta nuvem está carregada, que detalhes fazem com que se acumule essa água e ela caia em seguida. Como se formam essas partículas. Eles querem argumentos, querem entender as verdadeiras causas desse fenômeno, isso o distingue dos mitos, pois sua explicação deve vir da Razão, com fundamentos convincentes.

Escolas
Quando citamos a história da Filosofia Grega ouvimos muito falar em certas escolas, e a escola Jônica é um nome muito citado, isto acontece porque foi nela que a filosofia teve início, na Jônia, uma colônia grega da Ásia. Os grandes filósofos que fazem parte dessa escola tinham como base a busca pela origem das coisas, um exemplo disso é o já citado Tales de Mileto, que buscava a existência de um princípio para tudo, além também de Anaximandro, outro importante nome.
A escola Itálica, que fez parte do período pré-sofista teve nomes de destaque, como Filolau de Crotena, e Aquitas de Tarento.
Pulando para uma outra importante escola, a de Alexandria, temos nomes que se tornaram famosos e conhecidos em várias ciências, como:
·         Pitágoras, que além de influenciar na Filosofia contribuiu e muito na matemática, com seus teoremas que levam seu nome e que conhecemos na escola;
·         Demócrito, que alegava que todas as coisas do universo era composta por átomos;
·         Heráclito, que acreditava em uma lei do universo caracterizada por uma mudança constante.
A filosofia antiga terminou com o fim do período helenístico, que teve como nomes de destaque Zenão de Cício, Panecio de Rodes, Sêneca e Marco Aurélio.
Por: Marcos Júnior em 22/02/2013 (atualizado em 29/07/2016) Salvo em Filosofia

Caverna

Postado por: dlsotolepe

O mito da caverna de Platão é uma das partes do livro VI de “A República”, onde Platão discute a teoria do conhecimento, a linguagem, e a educação na formação de um Estado ideal.
Em sua narrativa, Platão fala sobre prisioneiros que são acorrentados desde o nascimento no interior de uma caverna, olhando somente para uma parede iluminada por uma fogueira, que também ilumina um palco, onde estátuas de figuras humanas, vegetais e animais são manipuladas, como se estivessem representando o cotidiano dessas figuras.
As sombras das estátuas são projetadas na parede, sendo essa a única forma de imagem que os prisioneiros conseguem enxergar. No decorrer do tempo, os prisioneiros dão nomes a essas sombras, da mesma forma como fazemos com todas as coisas, e também à regularidade de suas aparições. Ao mesmo tempo, criam torneios para se vangloriarem de acertar as corretas denominações e regularidade de aparições.

MITO DA CAVERNA DE PLATÃO

Supondo que um dos prisioneiros conseguisse sair das amarras e se pusesse a vascular o interior da caverna, ele descobriria que a visão das sombras era permitida pela fogueira e que, na verdade, os seres eram as estátuas e não as sombras.
Dessa maneira, ele iria perceber que tinha passado toda a vida julgando apenas sombras e ilusões e não conhecendo a verdade, ou seja, vivera afastado de toda a realidade.
Vamos supor, ainda, que esse mesmo prisioneiro saísse da caverna. Ao sair, a luz do sol ofuscaria sua visão e só depois de habituar-se com a luz poderia enxergar as maravilhas existentes fora da caverna.
Com isso, ele não levaria muito tempo para perceber que os seres do mundo real teriam muito mais qualidades do que as sombras e as estátuas na caverna, sendo mais reais do que aquelas.
O prisioneiro, portanto, estaria vendo a verdadeira realidade, como os seres são em si mesmo e, depois disso, não teria dificuldade em perceber que o Sol é a fonte da luz que possibilita a visão do real, bem como também é a fonte de onde provém toda a existência, sendo responsável pelo tempo, pelo calor, pelos ciclos de vida na Terra.
Depois de entender tudo o que ocorre na realidade do mundo, o prisioneiro iria se lembrar de seus amigos no interior da caverna e da vida que tinha levado junto com eles. Sentiria pena deles, da escuridão em que viviam e voltaria à caverna para contar sobre o novo mundo que havia descoberto.
Contudo, como os prisioneiros não conseguiam enxergar senão o que presenciavam, iriam debochar do prisioneiro que havia sido libertado, afirmando que estaria louco e que, caso não parasse com suas loucuras, poderia ser morto por todos.

MITO DA CAVERNA – INTERPRETAÇÃO
Platão, com essa fábula, quer dizer que os prisioneiros somos nós mesmos que, conforme nossas tradições, hábitos e culturas, nos acostumamos com o que conhecemos e fazemos juízo apenas daquilo que nos foi transmitido.
A caverna é o mundo que nos rodeia, onde as imagens prevalecem sobre os conceitos, fazendo com que tenhamos opiniões muitas vezes equivocadas, com preconceitos e pré-juízos. Ao descobrir a verdade, encontramos dificuldade em entender e saber o que é real, já que estivemos sempre na escuridão e nossos olhos estão ofuscados.
Para entender o mundo, devemos estudar, aprender, querer saber sobre o mundo.
Para Platão, o mundo fora da caverna é o mundo real, o mundo que possui formas e ideias que possuem uma identidade indestrutível e imóvel, garantindo o conhecimento de quem tem sensibilidade. O inteligível é o reino real, onde aprendemos o mundo e nos construímos como seres humanos.
O retorno à caverna é nossa vontade de ajudar nossos semelhantes a saírem da ignorância e a construir um mundo mais justo, com mais sabedoria e o Sol representa a ideia suprema do bem, uma espécie de ente supremo que governa o inteligível e que permite ao homem conhecer e saber sobre a realidade.
A fábula, ou alegoria, do mito da caverna é uma forma de falar sobre as dificuldades que os homens possuem de entender, uma vez que o sábio nem sempre consegue ser ouvido pela maioria que ignora a realidade.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

CMI - 70 anos

GLMERGS participa de Assembleia da CMI e recebe homenagem
De 19 a 22 de abril ocorreu em Assunção, capital do Paraguai, a II Assembleia Extraordinária, em comemoração aos 70 anos da Confederação Maçônica Interamericana (CMI), precedida pela reunião do Conselho Executivo da entidade. 
O evento foi realizado no Centro de Convenções da CONMEBOL, com a presença de 18 países e 49 delegados. A Grande Loja do Estado do Rio Grande do Sul foi representada pelo Sereníssimo Grão-Mestre, Respeitabilíssimo Irmão, Paulo Roberto Pithan Flores, pelo Grande Secretário de Relações Exteriores, Rony Fernandes Jr., pelo Secretário Executivo, Roberto Matte, pelo ex-Grão-Mestre Rui Stragliotto, e pelo Irmão Edson Roberto Silva da Fontoura. 
O grupo da GLMERGS foi a maior representação entre todas que compareceram à Assembleia. 
Entre os temas discutidos ao longo da reunião do Conselho Executivo, além de questões administrativas e estratégicas, as relações entre as Potências Maçônicas Confederadas e a confirmação da Grand Lodge of the District of Columbia como integrante da CMI. O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Leonardo Almagro Lemes, foi o convidado de honra da CMI, ministrando a Conferência Magna. 
Nos quatro dias de evento foram realizadas conferências e debates sobre a análise e aprovação da reforma do Estatuto Social; apresentação do documento histórico dos 70 anos da CMI; fundação do Conselho de Past Secretários Executivos da CMI e, por fim, a consagração do templo da Grande Loja do Paraguai. Houve também o lançamento do livro "Por uma Maçonaria Universal: Origens da Confederação Maçônica Interamericana", do Irmão Felipe Santiago Del Solar. 
Das 77 Grandes Lojas e Orientes pertencentes à CMI, 34 participaram do Congresso Mundial Virtual. O Secretário Executivo da CMI, Irmão Rudy Levi, comentou sobre as atividades do período. O destaque da apresentação foi para o número atual de 350 mil obreiros. O Grande Secretário de Relações Exteriores da GLMERGS, Rony Fernandes Jr., auxiliado pelo Secretário Roberto Matte e pelo Irmão responsável pela área de tecnologia da informação da CMI, Rodrigo Zaballa, apresentou as conclusões do Congresso, destacando a necessidade de criação de um novo paradigma com recursos, processos e evolução; construção de redes colaborativas; e evolução de grupos confederados. A Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul foi homenageada com uma placa de ouro após apresentação de resultados, conclusões e recomendações do Primeiro Congresso Mundial Virtual.
Fonte: MRGLMERGS.-

domingo, 9 de abril de 2017

Candidato Grão Mestrado

Carta  Aberta  a  Jurisdição

Norton  Valladão  Panizzi
Candidato a Grão-Mestre
                                       Prezado irmão:
                                      Aberto o processo sucessório ao Grão-Mestrado na Assembleia Geral Ordinária em março último, motivados pela vontade de continuar trabalhando pela nossa instituição e após profunda reflexão nos apresentamos a ti para submeter nossos nomes, visando com isso dar prosseguimento ao trabalho iniciado pelo nosso Grão-Mestre há mais de dois anos.    
                                     Continuamos contaminados pelo mesmo entusiasmo com que iniciamos essa caminhada, acreditamos que muito já foi feito, mas muito ainda há pela frente. Preocupa-nos manter a confiança com a qual fomos distinguidos pelos irmãos e nos cobramos constantemente, pautando nossas atitudes para agir sempre com coerência. Avançamos, sim, em todas as áreas, e sem dúvidas que tem sido um período de fantástico aprendizado.
                                  Acreditamos, cada vez mais, que é necessário um grande empenho dos gestores da nossa Grande Loja no sentido de continuar buscando uma intensa aproximação entre a Grande Administração e as nossas Lojas Jurisdicionadas.
                                      É preciso ouvir as Lojas, conhecer suas realidades,  problemas e necessidades, para promover o fortalecimento e desenvolvimento das lojas e dos irmãos. Para sermos fortes, precisamos ser unidos, para ser unidos, precisamos conviver, e só convivendo fortaleceremos os laços fraternos que nos unem.
                                      Formou-se desde 08 de janeiro de 2015 uma grande equipe de trabalho liderada pelo nosso Grão-Mestre Pithan que, caso tenha a oportunidade de permanecer unida, e com poucos ajustes, certamente haverá de dar continuidade ao bom trabalho que vem sendo feito. Com esse sentimento e certos de que precisamos de tua cumplicidade, é que nos atrevemos a te pedir esse voto de confiança.
 LOJAS FORTES = GRANDE LOJA FORTE
JUNTOS VAMOS CONTINUAR A CAMINHADA

Norton  Valladão  Panizzi
Candidato a Grão-Mestre

Tadeu  Gomes  Xavier
Candidato a Grão-Mestre Adjunto

terça-feira, 4 de abril de 2017

Fórum na GL.

Grão Mestre Adjunto abre Fórum Permanente de Formação Docente 2017

No dia 22 de março de 2017 o Departamento de Atividades Culturais da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul deu início ao programa anual do Fórum Permanente de Formação Docente, com a palestra sobre "O Salmo 133", pelo Mestre Instalado, Venerável Irmão Eduviges Rogério de Souza 33°, da Loja Electra 21. 
GM. Adj. Norton Valadão Panizzi 
O Eminente Grão-Mestre Adjunto da GLMERGS, Respeitabilíssimo Irmão Norton Valadão Panizzi, fez a abertura do evento, que ocorreu no Templo Sabedoria da Loja Electra 21, às 20 horas, com duração de 60 minutos. A Loja 20 de Setembro 119 esteve associada à realização do evento, que reuniu 52 irmãos de 12 lojas. 

O Fórum Permanente de Formação Docente apresenta mensalmente temas maçônicos diversos. As inscrições são abertas para todos os graus, através do e-mail dac@glojars.org.br. Os interessados devem informar o nome completo, loja e telefone para contato. Solicita-se um quilo de alimento não perecível que será entregue no dia e local do evento.

Fonte: MRGLMERGS

quinta-feira, 23 de março de 2017

MRGLMERGS

Mais de 500 Irmãos comparecem à 148ª Assembleia Geral Ordinária
Um contingente de mais de 500 Irmãos, representando 175 Lojas da Jurisdição, compareceu hoje, 18 de março, à 148ª Assembleia Geral Ordinária da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul. A AGO foi realizada no Ritter Hotel, em Porto Alegre, para análise e aprovação de contas, encaminhamento do processo sucessório para o próximo período, entre vários outros assuntos.

A AGO foi dirigida pelo Sereníssimo Grã-Mestre, Respeitabilíssimo Irmão Paulo Roberto Pithan Flores, acompanhado do Eminente Grão-Mestre Adjunto, Respeitabilíssimo Irmão Norton Valladão Panizzi, e pelos demais integrantes da Grande Administração.